Olho as minhas mãos.Olho as minhas mãos; elas só não são estranhas porque são minhas. Mas é tão esquisito distendê-las assim, lentamente, como essas anêmonas do fundo [do mar...]
Fechá-las, de repente,
Os dedos como pétalas carnívoras!
Mário Quintana.
segunda vez, que hoje, leio um poema com mãos... dedos... toques.
ResponderExcluirserá o dia? rs.
beijo moça =]