sexta-feira, 23 de julho de 2010

Olho as minhas mãos.
Olho as minhas mãos; elas só não são estranhas porque são minhas. Mas é tão esquisito distendê-las assim, lentamente, como essas anêmonas do fundo [do mar...]
Fechá-las, de repente,
Os dedos como pétalas carnívoras!

Mário Quintana.

Um comentário:

  1. segunda vez, que hoje, leio um poema com mãos... dedos... toques.


    será o dia? rs.

    beijo moça =]

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"Que um amor te aconteça,
Que um amor te salve,
Que um amor te cuide.."